No país dos esportes radicais!

O Jornal Zero Hora explorou a Ilha Sul da Nova Zelândia. A repórter Denise Frizzo contou sua experiência como turista no país.

A Nova Zelândia tem cerca de 4,3 milhões de habitantes. Grande parte mora em Auckland, cidade portuária localizada na ilha sul. Do Brasil, são cerca de 20 horas de viagem e mesmo assim há milhares de brasileiros vivendo lá. Como é um lugar em constante desenvolvimento, muitas pessoas também saem da Ásia para tentar a vida na terra dos kiwis – pássaro neo-zelandês que é um dos símbolos do país.

A própria Christchurch é uma cidade legal de se conhecer. Estava nublado quando estive lá, por isso tenho a impressão de uma grande semelhança com Londres – ou talvez essa seja mesmo a ideia, já que as famosas cabines telefônicas vermelhas também estão nas praças da cidade neo-zelandesa. O ar cultural do lugar passa pelas praças coloridas por flores, pelo remador de uma canoa que faz passeios pelo riacho do centro a cidade, pelo antigo bonde que circula pelos principais pontos e termina nos museus.

A réporter não abriu mão de experimentar a adrenalina do salto de um bungee jump.

” Eu pulei bungee jump. Duas vezes. Fui presa na corda conectada a um cabo esticado entre a plataforma de pulo e o outro lado do vale, a 109 metros de altura do chão. O monitor disse para eu ficar bem na ponta da plataforma para abanar para a câmera que filma as vítimas do cânion swing, uma modalidade de bungee jump praticada em Queenstown. Eu me curvei de costas num ângulo de 60 graus sobre o precipício, somente com a ponta dos pés no chão, sendo segurada pelo colete pelo instrutor de pulo. É uma sensação de muito medo. Depois do registro do pavor no vídeo, tive liberdade para escolher como pular. A maioria das pessoas estava pulando de costas, em posição de cruz. Resolvi pular de frente para ver como era. Para quem for fazer isso, a dica é: não feche os olhos. Consegui me concentrar e vi tudo ao redor durante a queda. O medo se transforma em um maravilhoso sentimento de liberdade e só percebi a adrenalina quando senti o impacto do cabo se esticar por completo. O equipamento simula uma cadeira, dando a oportunidade do aventureiro ainda apreciar a paisagem enquanto balança como um pêndulo lá embaixo”.

Fonte : Jornal Zero Hora – Caderno Viagem.

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